A prática de reconhecimento de Sacerdotes (Olóòrìṣà) obedece a critérios específicos. Excetuando o reconhecimento externo, previsto na Diretiva Interna n.º 1/2018, sobre Reconhecimento de Terreiros, o acreditação de sacerdotes obedece aos seguintes princípios:

1. a pessoa individual deverá ter sido indicada pelo sistema divinatório como portadora dessa missão/vocação.
2. a pessoa individual, ao abrigo do disposto no n.º anterior, deverá ter cumprido as obrigações que conferem o estatuto de senioridade.
a) considera-se que a pessoa individual atinge a senioridade quando realizou a obrigação dos 7 anos. A contrario, qualquer pessoa (exceto ogan e equede) que não tenha realizado tal obrigação permanece no estado religioso de iaô (ìyàwó).
3. a pessoa individual, tendo cumprido o disposto no n.º anterior, receberá as devidas credenciais materiais, composta pela cuia ritual e por documentação própria para o efeito.
4. Observando-se todos os trâmites anteriores, a pessoa individual permanece adstrita a um conjunto de deveres face à CPCY, na condição de Casa-Mãe, previstos na Diretiva Interna n.º 1/2018.

Assim, para os devidos efeitos, apresenta-se a lista de terreiros e sacerdotes acreditados pela CPCY:

(excetuando a Sumo-Sacerdote da CPCY, Ìyá Sussu, a CPCY não acreditou, até ao momento, qualquer Terreiro ou Sacerdote).

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